2005 - Curiosidades sobre as letras da
música "Dante's Inferno"
A
Divina Comédia de Dante Alighieri é um
poema-narrativo, que conta a jornada de Dante pelo
Inferno, o Purgatório e por último o Paraíso. A
música Dante’s Inferno se baseia na primeira
parte da obra, o Inferno, onde Dante é guiado
pelo poeta romano Virgílio pelas nove planícies
do Inferno.
Abaixo estão alguns versos que serviram de
inspiração para Jon Schaffer nessa que é uma
das grandes obras-primas do Iced Earth. Dante’s
Inferno.
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“Deixai toda a esperança, vós que entrais”
“neste lugar do pecado convém deixar todo o temor,
toda dúvida; toda covardia convém que seja extinta aqui.”
“Cala-te maldito lobo”
“... e eram cingidas por hidras esverdeadas;
tinham por cabelos pequenas serpentes e víboras...Venha
Medusa: que o petrificaremos...”
”Eu vi pelas encostas e pelo fundo da fossa a
pedra lívida criava de buracos todos de igual
largueza e circulares. Fora de cada um destes
buracos, saíam os pés de um pecador e as pernas
até a barriga, e o resto do corpo estava
dentro.” |
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Letra da música "Dante's Inferno" em inglês e traduzida: |
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Dante's
Inferno (Música: Schaffer / Letra: Schaffer) Through the fiery caverns we sail Virgil at my side my guide and master Questing through the nine plains of hell Infernal wisdom shall fill my soul Slowly now the days departing The darkened air releases me Frightening visions of my journey Entrance me to limbo I'm not Free Abandon all hope who enter here Enter the gates, Charon awaits Abandon all hope who enter here For this is where All things are left behind Every doubt and every cowardice must die Souls of rage and anger whipping in despair The souls that wail on this plain Pray for death Denial is the reason for their suffering Forever being stung By wasps and demons breath The blood and tears that fall Serve the maggots need Descention, thrusting to the second plain Minos judges as his tail twines Lustful thoughts and greed Whip these wretched souls A hurricane of hate Mocks their helpless pleas Drifting now down deeper, Into eternal flames Awake at the third circle, The cold and filthy rain Punished for their gluttony, Languid for all time The earth it stinks of corpses, Damned for all time The vicious beast Cerebus, Three heads, blooded eyes Tears his talons through the air, All the skinners cry Down, be still thy cursed wolf The master scorns its name Dive to the next plain The sullen and the vain Suffer for greed The prodigal they bleed For all eternity Plutus holds the key Damned, the wrathful and the vain Suffer the fifth plain Cross the river Styx Heed your crucifix The mudded corpses cry Howling to the sky Reach the other side Open wide the gate Enter the sixth circle Of barren land and flames Passing through the gate of dis The furies scream her name Belching forth in agony invoking her to rise The spirit's rage consuming us The evil in their cries Queen of vipers, queen of serpents Cast their souls to stone Spread to wealth of Gorgon's power Medusa¹s inner soul We¹re drawing ever closer To the seventh hell They violate their neighbors, Their god and themselves We're sailing slowly Through the boiling river of blood Immersed in the depths below Souls scream in agony The twisted beast he laughs, He draws his arrow back His sights on anyone exposing of their flesh He impales their hearts with ease And shrugs their piercing screams Pity is they'll never die They'll suffer here eternally Imagine a place Where every horror comes to life Where every torture is real And time stands still Eight fiery steps And we're closer to the end In a cold and timeless grave Buried head first in shit Praying all the while For a quick & painless death Scratching furiously At scabbed and oozing wounds Lucifer ... angel of light Cast below god of ice Ruling hell unholy trinity The traitors freeze for all eternity Lucifer ... betrayer of god Tormentor ruthless and cold Judas' screaming here in agony The traitors freeze for all eternity Inferno De Dante (Música: Schaffer / Letra: Schaffer) Através das cavernas ardentes navegamos Virgílio ao meu lado, minha guia e mestre Buscando pelas nove planícies do inferno Sabedoria infernal preenche minha alma Os dias partindo vagarosamente agora O ar escurecido me liberta Visões amedrontadoras de minha jornada Para o limbo eu não vou Livre Os que entram aqui abandonam a esperança Entre pelos portões, Caronte espera Os que entram aqui abandonam a esperança Pois é aqui Que todas as coisas são deixadas para trás Todas as dúvidas e fraquezas devem morrer Almas enraivecidas e ira em desespero As almas que lamentam nesta planície Rezam pela morte Negação é a razão de seu sofrimento Para sempre sento ferroadas Por vespas e hálitos de demônios O sangue e as lágrimas que caem Servem aos desejos dos vermes Descendo, chegando á segunda planície Minos julga enquanto sua cauda se torce Pensamentos luxuriosos e ambição Chicoteiam as almas vis Um furacão de ódio Zomba de seus apelos desesperados Vagando agora mais profundamente abaixo Para dentro das chamas eternas Acorda no terceiro círculo A chuva fria e imunda Punidos por sua gula Fraco por toda a eternidade A terra tem o cheiro de cadáveres Amaldiçoados por toda a eternidade A besta viciosa, Cérbero Três cabeças, olhos de sangue Ergue suas garras no ar Todos os trapaceiros choram Para baixo, fique quieto lobo amaldiçoado O mestre despreza seu nome Mergulhe para a próxima planície Os rabugentos e os vaidosos Sofrem pela ambição Os perdulários sangram Por toda a eternidade Pluto é o guardião da chave Amaldiçoados, os raivosos e os vaidosos Sofrem na quinta planície Cruzam o rio Styx Atendem ao seu crucifixo Os corpos enlameados choram Uivando para os céus Alcançando o outro lado Abra bem o portão Entre no sexto círculo De terra devastada e chamas Passando através do portão de dis As fúrias gritam seu nome Gritando em agonia invocando-a A fúria do espírito nos consumindo O mal em seus lamentos Rainha das víboras, rainha das serpentes Transformam suas almas em pedra Abrem-se à riqueza do poder de Gorgon Alma interior da Medusa Nós estamos nos aproximando Ao sétimo inferno Eles violam seus vizinhos Seus deuses e eles mesmos Nós estamos navegando vagarosamente Através do rio fervente de sangue Imersos nas profundezas abaixo Almas gritam em agonia A besta pervertida ri Ele puxa sua flecha Seu olhar em todo que expõem sua carne Ele empala seus corações com facilidade E é indiferente aos seus gritos agonizantes Pena que eles nunca morrerão Eles sofrerão aqui eternamente Imagine um lugar Onde cada horror se torna vivo Onde cada tortura é real E o tempo não passa Oito passos ardentes E estaremos próximos do fim Em uma cova fria e eterna Com a cabeça enterrada em merda Rezando o tempo todo Por uma morte rápida e sem dor Coçando furiosamente Feridas sarnentas e gotejantes Lúcifer... anjo da luz Invocado abaixo o deus do gelo Governando o inferno, trindade profana Os traidores congelam por toda a eternidade Lúcifer... o traidor de deus Tirano implacável e frio Judas está gritando aqui em agonia Os traidores congelam por toda a eternidade |
Versos retirados do livro A divina Comédia – O Inferno, de Dante Alighieri.
Texto por Tales Romanatto