Novidade do mês de Junho de 2008

Quinta-feira, 05 //
Novo álbum: Música por música

Texto original por Mark Gromen
Traduzido por Antonio Neto e Rodrigo Batata

Está pronto ou não?. Enquanto a BW&BK ouviu 16 das 19 faixas da segunda parte da saga de Set Abominae, mesmo prestes á finalização do trabalho (durante a masterização), Jon Schaffer ainda está inseguro sobre algumas coisas da última parte da saga. Enquanto nos sentamos em um carro alugado ouvindo uma possível versão final (do CD), o guitarrista Jon Schaffer considera uma reformulação radical, retirando as seqüências remanescentes do track list, já tendo optado por "Be Warned" e "Time Marches On", onde essa última utiliza sons de eventos históricos, como do desastre de Hindenburg e discursos de Winston Churchill e Adolf Hitler, por exemplo. "A gravação seguiu o melhor fluxo, mas quando você estiver dirigindo pela estrada as pessoas irão pulá-las". Em seguida, com a conversa ao vivo, ele muda seu discurso. "Esse é um álbum artístico. Você não deve colocá-lo como música de fundo e ir fazer outra coisa. Você precisa ouví-lo e prestar atenção". Portanto, todas aquelas (faixas que não entrarão no cd) estão condenadas ao esquecimento?. "Elas provavelmente estarão em um box-set que nos foi proposto. Provavelmente vai ser um comic book, com os dois singles e os dois álbuns". "Vai haver uma extensa obra que irá contar toda a história e aquelas partes que não entrarão na versão normal, serão exclusivas para essa versão. Também estou fazendo umas partes acústicas especialmente para essa versão".

Então o que vem a seguir é a ordem normal, como proposto, exceto pelos 2 faixas mencionadas anteriormente. Apenas duas audições desse trabalho não é o suficiente para captar a história complexa, detalhes musicais intrincados e o balanço geral do projeto, então aqui vão algumas notas gerais, com algumas observações sobre o enredo.

1) "In Sacred Flames"
Introdução. A parte acústica, junto com o coral, se une com o final da parte 1.

2) "Behold The Wicked Child"
Estilo metal clássico. Durante a parada, um eco, uma voz distante. Final PESADO. (do Dennis Hayes no baixo). Sobre o enredo, é o nascimento de Set Abominae na sexta hora, no sexto dia do sexto mês. Bem grudenta aos ouvidos, incluindo vozes femininas após o refrão.

3) "Minions Of The Watch"
Letras feitas por Barlow. Mais limpa, a voz de Barlow se destaca. Set não sabe de seu destino.

4) "The Revealing"
O passo acelera, guitarras mais salientes. Aos 13 anos, Set é avisado de seu plano. Letras de Barlow novamente. Poucas palavras, riffs longos.

5) "A Gift Or A Curse"
Referente á introspecção, da mente de Set. Devagar, do tipo balada, incluindo percussões. Uma energia meio anos 70, como JOE WALSH/EAGLES. Jon Schaffer cantando algumas partes principais também harmonizando com Matt. Tom Morris (produtor) toca uma Stratocaster e compôs junto a música. Fica intensa, rapidamente, tem uma ponte, mas acalma perto do fim.

“Am I a gift, Am I curse. I’m one and all Of God and Earth”

6) "The Coronation"
Seqüência. Partes meio militares e até cornetas francesas, espadas brandindo. Segue com algumas cordas sinfônicas, aos poucos. O tema repetido remete á uma cadência similar ao Bolero de RAVEL. Emenda diretamente com...

7) "Crown Of The Fallen"
A primeira vez em que a referência da voz de Barlow com Paul Stanley se faz presente. Vocais não forçados. Muitas passagens intrincadas, não só riffs.

8 ) "The Dimension Gauntlet"
Aquela marca registrada, o ritmo clássico do Iced Earth. Um tema meio Oriente Médio (característica de Set) pode ser ouvido.

9) "Injecting The Venom"
Começa com sons de vento, seguindo com percussões tribais e rumores de vozes. Vozes humanas (macabros “Ah, Ah”). Cordas sinfônicas em meio a furacões e sons parecidos, incluindo um tipo de gaita de fole. Set é propositalmente atacado por cobras, cascavéis e viúvas negras, seus venenos interagindo para acender sua raiva assassina.

10) "I Walk Alone"
Primeiro single. Troy Seele compondo junto. Barlow e coral no refrão, mas uma voz sozinha (Set) atravessando. Meio-tempo, com fim abrupto. Igual á versão do single, mas as vozes dos corais foram somadas ás de Morris, Barlow, Schaffer, fazendo um som mais amplo.

11) "Harbinger Of Fate"
Mais etérea. Barlow no estilo "I Died For You". Grande salto dinâmico (e não de tempo) e então refrão. Muitas vozes, sinos badalando, guitarras explosivas e rápidas percussões enquanto a música abaixa.

“I am the Future, ending Man’s Tomorrow”

12) "Crucify The King"
CRUNCH! Barlow nas letras. Fim com um groove pesado, vocais altos no refrão. Interação entre o baixo surrado, riffs de guitarra em staccato e agudos de Barlow.

13) "Sacrificial Kingdoms'
Letras de Barlow. Interrompe o disco. Referências históricas de Roma/Império Otomano ambos caindo por intervenção de Set. Barlow dando agudos sobre as guitarras.

“Your future’s clear if you look back
Every culture’s earned their fate
Your gluttony as my tool of choice
You’ve proved your worth less every day”
“Kingdoms fall to the ground, crushed by their own greed”

14) "Something Wicked (Part 3)"
Letras de Barlow. Coral no refrão, mas Barlow fala uma frase para cada par de corais. Mudança dramática para riffs em estaccato com bela guitarra como base.

15) "Divide Devour"
Rápida e pesada!. Denovo, refrão com coral, tirando Barlow, que canta “I will divide. I will devour.” Voz feminina em latim com a guitarra rápida. Música curta, não muito trabalhada.

16) "Come What May"
Mais devagar, mas com uma guitarra detonando junto. Matt canta cheio de sentimento, em registros graves. Refrões repetitivos de cordas sinfônicas alongam o repertório de Barlow, gritando sobre tudo isso.

“From living in caves to manned flights in space
And for all that it’s worth, still the sad pathetic race”

17) "Epilogue"
Ainda está para ser terminada…

Fique atento para uma nova exclusiva da BW&BK entrevistando Jon Schaffer no estúdio em alguns dias.

Nota Brazil Under Ice: O título do novo álbum ainda não esta totalmente definido.


Fonte: Brazil Under Ice / BW&BK

Terça-feira, 10 // Título e capa do novo álbum do Iced Earth

O site oficial do Iced Earth nos Estados Unidos, publicou a capa do próximo disco da banda, "The Crucible of Man - (Something Wicked Part II)" que continua de onde o disco de 2007, "Framing Armageddon - (Something Wicked Part I)" parou. "The Crucible of Man" apresenta o retorno do vocalista Matthew Barlow, que iniciou com Jon Schaffer a saga "Something Wicked" em 1998 com um trio de músicas que concluía o álbum "Something Wicked This Way Comes."

Enquanto o disco de 1998 dava uma visão geral da história em que Jon Schaffer tem trabalhado há uma década, a saga agora chega á sua totalidade com os discos conceituais "Framing Armageddon" e "The Crucible of Man." Enquanto ambos dão respostas aos mistérios que os lançamentos antigos criavam, a linha temporal da história no mundo contemporâneo fará as pessoas refletirem. A habilidade de Jon Schaffer de conduzir os temas centrais e eventos da história sem explicar sempre o porquê das decisões dos personagens serem feitas e como os eventos aconteceram, vai fazer os fãs da saga ficarem ligados nos próximos lançamentos envolvendo a saga "Something Wicked".

O repertório final de "The Crucible of Man" e uma entrevista em áudio com Jon Schaffer sobre o novo material estará no site oficial e na Brazil Under Ice nesse mês ainda. A banda vai começar os ensaios na próxima semana para os shows de junho como banda suporte para o Judas Priest na Europa, bem como os festivais europeus Hellfest, Bang Your Head, Graspop, e Gods of Metal.

O lançamento de "The Crucible of Man" está previsto para o fim de Agosto ou começo de Setembro pela gravadora Steamhammer/SPV. Será seguido por uma turnê na América do Norte que começará em setembro e marcará presença como atração principal do 9º festival ProgPower USA em Atlanta, Georgia no dia 27 de setembro.
Mais datas serão anunciadas assim que confirmadas, fiquem ligados.

O single do novo disco, chamado "I Walk Among You" foi lançado mundialmente essa semana pela Steamhammer/SPV e traz uma nova música, "I Walk Alone, " bem como três músicas adicionais vindas do “Framing Armageddon”, regravadas na voz de Matthew Barlow. Todas as músicas podem ser ouvidas integralmente no site official da banda e no MySpace, com exceção de uma música, “'A Charge to Keep'” que é exclusiva do iTunes.

Traduzido por Antonio Neto.

Fonte:
Brazil Under Ice / Site Oficial

Terça-feira, 10 // Iced Earth pronto para tomar o mundo

Texto por Mark Gromen
Traduzido por Cris McBrain e Antonio Neto


"O Iced Earth mixando e masterizando a segunda parte da história sobre Set Abominae no lendário estúdio Morrisound marca a minha terceira e privilegiada visita. Reação inicial?. Sem contar o retorno de Matthew Barlow ao microfone, obviamente aprovado pelos fãs, o material da parte 2 é pesado e bastante voltado para a guitarra. Nesse álbum, o nascimento do personagem principal pode ser aproveitado na verdadeira primeira faixa, "Behold The Wicked Child". Enquanto a esperada e profetizada aniquilação da humanidade não chega, o novo álbum é mais agressivo e intenso, sem sacrificar os corais, a instrumentação de orquestra e os elementos da música mundial que caracterizaram a primeira parte.

“Isto é só um dos meios para contar a história” diz Jon Schaffer. “Então eu não quis terminar a história. Há muita coisa ainda que pode ser dita. Howard, que trabalha aqui no Morrisound, conseguiu reunir um coral de 16 pessoas. Ele trabalha com um grupo de igreja e eles puderam vir aqui durante um fim de semana. Eles cantam em latim (em "In Sacred Flames"), então essas partes tiveram que ser escritas para eles. Eu tinha vontade de trabalhar com um coral desde "Angels Holocaust" do "Night Of The Stormrider". Em um mundo perfeito, eu teria ido até Praga (República Checa) para trabalhar com uma orquestra e corais completos, mas ao menos não precisamos pegar uma parte da trilha sonora do Conan, como fizemos no Stormrider!”.

Em março, quando a BW&BK visitou Jon Schaffer no estúdio, ele mencionou algo sobre Matthew Barlow estar escrevendo letras para algumas músicas, já que as letras da parte II ainda estarem inacabadas naquela época. Acontece que, Matthew Barlow contribuiu para 5 músicas, no mínimo!.

“Matthew é um bom letrista”, diz o guitarrista, de forma atenuada. “Não há mais ninguém em quem eu confiaria, na questão das letras. Estamos na mesma "freqüência" e ele conhece a história, pois me fez perguntas antigamente. Não tem como fazer isso se você não pergunta. Eu dei a direção a ele: "é disso que a música trata, esses são os pontos principais, coisas que precisam ser mencionadas", e coisas do tipo. Ele veio com um material muito bom, melodias vocais também. Sim, essa é a minha história, mas na questão das letras, não sinto que tenha mais tanto a dizer. Preciso de alguém para me ajudar. Se nos créditos de uma música diz Jon Schaffer, isso quer dizer que eu compus o que você está ouvindo: a música, a letra, a melodia vocal, ritmo, até mesmo um grito, é tudo planejado. Não é como se eu fizesse somente as partes de guitarra e dissesse que compus a música. Algumas bandas fazem isso, mas não o Iced Earth."

"Eu toquei 95% das guitarras, solo e base, nesses dois álbuns, assim como a maioria do baixo. O meu modo de tocar as bases é uma parte tão facilmente reconhecível do som do Iced Earth, que as pessoas acham que eu não toco as melodias principais nos álbuns. Isso é falso. Se eu parasse de tocar a base para fazer melodias solo, nos shows, a potência da banda cairia muito, então a guitarra solo toca entre ¼ e metade das notas que estou tocando durante as partes rápidas, e a coisa meio que se mistura durante as melodias."

"Troy Seele fez dois solos muito legais no álbum, mas é melhor que quem compôs aquele solo o toque. Não consigo forçar as coisas. Tenho que sentir uma verdadeira paixão sobre aquilo. Não escrevemos merdas superficiais, como "Vamos fazer festa, vamos trepar ou Somos do metal, levante seu punho"’ e essas porcarias.”

“As músicas já têm nome,” continua Jon Schaffer, descartando qualquer idéia de que o álbum tenha sido comprometido ou modificado por causa das alterações na formação ou da resposta recebida por Framing Armageddon.

“Não teve nada a ver com isso. Coisas externas à banda não influenciam no meu trabalho, ou em quem eu sou. "Come What May" eu sabia que ela iria concluir o álbum. Eu escrevo a música para se encaixar no título da música. Não é como se eu tivesse escrito 15 músicas extras sem nenhuma idéia na cabeça. Estou cobrindo 10.000 anos de história na primeira parte, então eu precisava de mais introduções”, se prevenindo das críticas contra os momentos não-metal durante o álbum.

“Na verdade, é mais ou menos a mesma quantidade dessa vez. Se você não gosta deles, pule-os. Este é um álbum teatral. Não é algo para simplesmente se passar batido. Sente-se, escute, absorva-o!. No meu ponto de vista, é isso que este álbum é. Não acho que haja enrolação em nenhum deles.”

Ainda assim, durante os dois dias no estúdio, ele repensa a eficácia e necessidade das introduções, como um todo. “Tenho que pensar sobre isso hoje à noite e decidir se vou cortar algumas coisas ou deixar como está. É diferente quando se está trabalhando em partes de músicas soltas e quando se escuta o conjunto. Tenho a ordem na minha mente, mas quando estiver pronto, o álbum vai fluir como eu visualizei?”. Jon Schaffer queria ter duas versões masterizadas do álbum, uma com os segmentos, e a outra sem (“quero que a fluência seja como um belo chute nas bolas”), os quais ele levaria para Indiana, para poder “conviver” com eles por uma semana, antes de se decidir.

"Ás vezes as opiniões mudam. Nesse sentido, "A Gift Or A Curse?", a avaliação que Set Abominae faz de si mesmo, começou bem diferente e nem mesmo fazia parte do disco conceitual."

“Essa música era pra ter sido do Demons & Wizards, ou parte dela,” comenta Jon. “Não fiquei contente com o jeito que ela ficou naquela época. Ao invés de só ter instrumentos acústicos, colocamos outros. Jim (Morris, produtor) foi quem me transformou em Peter Gabriel, que foi a inspiração para as partes suaves da música. Jim foi compositor também pois tocou toda a parte com a guitarra Strat, enquanto eu toquei o violão e Dennis (Hayes, baixista dispensado) toca o baixo. Ela tem uma vibração diferente. O estilo de guitarra principal que eu queria no final da música era do tipo David Gilmour, do qual somos grandes fãs, estilo anos 70 seria um bom modo de se definir isso. No tocante ás vozes, já fizemos harmonias antes, com Matthew liderando e eu por trás. Agora é o oposto (Schaffer na voz principal, ou assistido por Barlow!), mas nas viradas e partes pesadas, é com o Matthew. Tem um sentimento trágico nela, bem melódico.”

O uso de percussões e de corais faz "Harbinger Of Fate" igualmente melódica, se não celeste. “Iced Earth sempre teve músicas que soavam assim. Já usei guitarras sem efeitos estranhos (para não mencionar os sinos) muitas vezes nesses anos. É a dinâmica. Penso em um título ou tema sobre a qual vai ser uma música, coloco na cabeça e deixo amadurecer. O coral naquela, a ponte, soaram bem legais. O único jeito de colocar 16 pessoas cantando em latim é sem se preparar. Não entendo disso. Componho o material, mas isso vem de dentro. Não sei o que estou fazendo, teoricamente. Existe um programa chamado Syllabus, que pega os arquivos MIDI (teclado) de seu computador e imprime em partituras musicais. D enovo, é aí que entra o Howard.”

Apesar de as datas para os festivais europeus não conterem nada do material novo, talvez com exceção de "I Walk Alone", Jon Schaffer não está preocupado com a dificuldade inerente de se tocar essas música ao vivo. Na verdade é bem o contrário.

“Não me preocupo com isso. Não tocaremos nada da Parte 2 até que ela seja lançada. Temos tempo pra isso. O verão será destinado a mostrarmos a volta de Matthew e o material clássico da banda. Os shows são nossa preocupação imediata, o disco é para depois. Não quero me preocupar com "Como tocaremos isso ao vivo?" na hora errada. As músicas do Iced Earth são difíceis. Quem disser o contrário é um idiota e não está tocando certo. No tocante ao ritmo, é um material difícil. Não tudo. "I Died For You" certamente não, mas "Travel In Stygian" é. Existem maneiras de se tocar ao vivo. Quando tocamos "Gettysburg", não podíamos levar uma orquestra de 55 membros com a gente, então usamos gravações. Não temos a grana do PINK FLOYD para tocarmos com músicos ao vivo, mas no outono tocaremos muitas coisas do disco novo.”

O disco chega ás lojas no fim de agosto, em tempo para a turnê norte-americana, agendada para setembro.

Fonte:
Brazil Under Ice / BW&BK

Quinta-feira, 12 // Fotos promocionais da nova formação

Fonte: Brazil Under Ice / Site Oficial

Quarta-feira, 18 // Datas de lançamento do novo álbum do Iced Earth

05/09/2008 - Alemanha, Áustria, Suíça
08/09/2008 - Inglaterra e Europa
09/09/2008 - Estados Unidos e Canadá

Ainda não temos datas para o lançamento do CD nacional.

Fonte:
Brazil Under Ice / Site Oficial

Quarta-feira, 25 // Set list dos shows na Europa

O set list tocado pelo Iced Earth no show de ontem em Zenith, Munique, Alemanha, abrindo para o Judas Priest foi:

"The Dark Saga"
"Vengeance Is Mine"
"Burning Times"
"Declaration Day"
"Violate"
"Pure Evil"
"Ten Thousand Strong"
"Dracula"
"The Coming Curse"
"Melancholy (Holy Martyr)"
"My Own Savior"
"Iced Earth"

Fonte: Brazil Under Ice

Segunda-feira, 30 // Versões com Matthew Barlow ao vivo no Graspop 2008

De forma exclusiva, colocamos para download duas músicas gravadas no Festival Graspop Metal Meeting 2008, no dia 28 de Junho passado, com Matthew Barlow nos vocais:

"Declaration Day"
"Ten Thousand Strong"

Essas músicas foram originalmente compostas e gravadas com Tim Owens no estúdio, para os álbuns "The Glorious Burden" e "Framing Armageddon" respectivamente.

Fonte:
Brazil Under Ice